Ontem estivemos no lançamento da edição Outono/2010 da revista Noivas Rio de Janeiro na livraria Saraiva do Botafogo Praia Shopping. Pudemos reencontrar grandes amigos e colegas e pudemos conhecer um pouco mais sobre a revista.
Esta é a primeira vez que anunciamos em uma mídia impressa do Rio. Já temos anunciado em mídias impressas de Niterói, além da publicidade na internet e resolvemos expandir nossa estratégia de divulgação.
Fechamos um contrato de meia-página para quatro edições da revista - Outono/2010 a Verão/2011 - com a intenção de experimentar a mídia e, caso o retorno seja satisfatório, buscar um posicionamento melhor a partir de 2011, partindo para página inteira, se for o caso.
Nosso anúncio foi estampado na página 274 desta edição, na metade inferior da página.
Confesso que me decepcionei um pouco com a impressão. Não sei se foi um problema apenas do exemplar que examinei, mas, mesmo com todo o meu esforço em acertar o preto, a impressão saiu bem "lavada", quase um marrom. Espero que eles acertem na próxima edição.
O anúncio desta edição, juntamente com o que sairá na próxima edição do Guia Festejar, serão nossas últimas peças publicitárias com a atual identidade visual (logomarca, cores, etc.). Nossa nova logomarca está sendo desenvolvida pelo designer Daniel Rocha e em breve reformularemos todos os nossos materiais, inclusive o site e o blog, dentro dos novos padrões visuais.
No próximo domingo (02/05) será lançada a nova edição do Guia Festejar. Na semana passada, estivemos no Teatro Municipal de Niterói fazendo o ensaio fotográfico para a capa do guia. A modelo escolhida foi a apresentadora Livia Mendonça da Rede TV+ de Niterói (canal 5 - NET / canal 8 - TVA), vestindo mais uma das deslumbrantes criações de Aline Ciafrino e com cabelo e maquiagem preparados pelas mãos mágicas de Beth Ribeiro. Pude contar com o grande apoio do pessoal da iluminação do teatro, que me dava exatamente a luz que eu pedia.
Infelizmente, ainda não posso postar nenhuma das fotos aqui - para não estragar a surpresa da capa - mas, prometo que na segunda-feira eu posto tudo.
A edição Outono/2010 da Revista Noivas Rio de Janeiro já está disponível nas bancas de jornais de todo o estado por R$ 14,90.
A 12º edição do Guia Festejar estará disponível nos principais restaurantes, academias, cartórios e igrejas de Niterói e região a partir de 03/05 e tem distribuição gratuita.
Um grande abraço!
Max
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Presente de Grego
Todos gostam de ganhar presentes. E o casamento é, sem dúvida, uma ocasião para ganhar presentes.
Ultimamente temos visto algumas inovações nas formas de presentear e ser presenteado. Já faz tempo que surgiram as conhecidas "listas de casamento", que evoluíram das lojas para a internet e se diversificaram para objetos menos convencionais, como cotas de lua de mel, ou parcelas da casa própria.
Entre todas as formas de presentear, talvez a mais antiga, ou a que menos mudou seja aquela do familiar ou amigo mais próximo oferecer alguma ajuda nas infindáveis despesas do casamento (falo do evento, não da vida conjugal).
É a vovó dizendo que vai dar o vestido, é a tia dizendo que vai dar o bolo, é o amigo dizendo que vai dar o terno do noivo, até alguém dizer que vai dar a fotografia.
Oferecer a fotografia do casamento de presente não é um problema, pelo contrário, pode ser um grande alívio aos noivos já que, com a evolução dos serviços oferecidos, os custos da fotografia hoje estão um pouco maiores que os de antigamente e a fotografia acaba sendo um presente mais vultoso que muitos dos eletrodomésticos comumente arrolados nas listas.
Entretanto, o que temos observado é que a pessoa que oferece a fotografia como presente geralmente se comporta diferentemente dos que oferecem o vestido ou o bolo.
Eu nunca vi alguém se prontificar a dar o vestido e comprar um modelo escolhido a seu bel prazer, sem a opinião da noiva. O mesmo serve para o bolo e outras coisas geralmente "oferecidas" pelos convidados mais íntimos.
Mas com a fotografia, geralmente o convidado tem "um amigo fotógrafo" ou algum fotógrafo de quem ele tenha gostado muito e acaba "empurrando" o profissional "goela abaixo" nos noivos, que ficam sem ter como recusar o "presente".
Já aconteceu algumas vezes de estarmos quase fechando com alguma noiva e, no meio do caminho aparece o "presente". Algumas delas voltaram a nós depois do casamento profundamente tristes e decepcionadas com as fotos de seu casamento dadas de "presente". Vejam bem: não estou dizendo que a qualidade das fotos era necessariamente ruim. Elas simplesmente não eram aquilo que os noivos queriam.
Todos os detalhes de um casamento pertencem unicamente aos noivos (mais à noiva que ao noivo, convenhamos) e eles têm o direito inalienável de escolher cada coisa.
Recentemente postei aqui um texto - O álbum é dos noivos - falando exatamente sobre a importância da vontade dos noivos no casamento.
A fotografia, como qualquer outra arte, tem identificação: Eu posso gostar de Monet e você de Caravaggio. Eu prefiro trabalhar para pessoas que se identificaram com meu estilo fotográfico, e acho que cada casal tem que buscar o fotógrafo com quem se identifica.
Se você quer presentear algum casal querido com a fotografia, deixe que eles escolham o que vão querer, assim como você obviamente faria se o presente fosse o vestido da noiva. Se você tem um teto orçamentário, fale abertamente com os noivos sobre sua vontade de presenteá-los com a fotografia e diga o valor máximo que você pode pagar. Não importa qual seja a quantia, ela será muito útil e bem-vinda.
Se você conhece um fotógrafo de cujo trabalho você goste muito ou cujo preço seja bom, você pode indicá-lo para os noivos como uma opção, mas deixe bem claro que a escolha é deles. Sem pressão. Isto inclui a hipótese do tal fotógrafo ser eu.
Quando me procuram para "presentear" alguém, eu sempre passo este conselho e me recuso a fechar um contrato sem a certeza de que fui escolhido pelos noivos. Quando algum amigo vai casar, eu nunca ofereço meu trabalho como presente, exatamente para deixá-lo livre para escolher. Se ele então me procura por sua própria vontade, e eu sinto o desejo de presenteá-lo, nem que seja com um desconto, então eu o faço.
A fotografia é uma lembrança eterna de um momento muito importante, e não pode ser motivo de frustração.
Um grande abraço!
Max
Ultimamente temos visto algumas inovações nas formas de presentear e ser presenteado. Já faz tempo que surgiram as conhecidas "listas de casamento", que evoluíram das lojas para a internet e se diversificaram para objetos menos convencionais, como cotas de lua de mel, ou parcelas da casa própria.
Entre todas as formas de presentear, talvez a mais antiga, ou a que menos mudou seja aquela do familiar ou amigo mais próximo oferecer alguma ajuda nas infindáveis despesas do casamento (falo do evento, não da vida conjugal).
É a vovó dizendo que vai dar o vestido, é a tia dizendo que vai dar o bolo, é o amigo dizendo que vai dar o terno do noivo, até alguém dizer que vai dar a fotografia.
Oferecer a fotografia do casamento de presente não é um problema, pelo contrário, pode ser um grande alívio aos noivos já que, com a evolução dos serviços oferecidos, os custos da fotografia hoje estão um pouco maiores que os de antigamente e a fotografia acaba sendo um presente mais vultoso que muitos dos eletrodomésticos comumente arrolados nas listas.
Entretanto, o que temos observado é que a pessoa que oferece a fotografia como presente geralmente se comporta diferentemente dos que oferecem o vestido ou o bolo.
Eu nunca vi alguém se prontificar a dar o vestido e comprar um modelo escolhido a seu bel prazer, sem a opinião da noiva. O mesmo serve para o bolo e outras coisas geralmente "oferecidas" pelos convidados mais íntimos.
Mas com a fotografia, geralmente o convidado tem "um amigo fotógrafo" ou algum fotógrafo de quem ele tenha gostado muito e acaba "empurrando" o profissional "goela abaixo" nos noivos, que ficam sem ter como recusar o "presente".
Já aconteceu algumas vezes de estarmos quase fechando com alguma noiva e, no meio do caminho aparece o "presente". Algumas delas voltaram a nós depois do casamento profundamente tristes e decepcionadas com as fotos de seu casamento dadas de "presente". Vejam bem: não estou dizendo que a qualidade das fotos era necessariamente ruim. Elas simplesmente não eram aquilo que os noivos queriam.
Todos os detalhes de um casamento pertencem unicamente aos noivos (mais à noiva que ao noivo, convenhamos) e eles têm o direito inalienável de escolher cada coisa.
Recentemente postei aqui um texto - O álbum é dos noivos - falando exatamente sobre a importância da vontade dos noivos no casamento.
A fotografia, como qualquer outra arte, tem identificação: Eu posso gostar de Monet e você de Caravaggio. Eu prefiro trabalhar para pessoas que se identificaram com meu estilo fotográfico, e acho que cada casal tem que buscar o fotógrafo com quem se identifica.
Se você quer presentear algum casal querido com a fotografia, deixe que eles escolham o que vão querer, assim como você obviamente faria se o presente fosse o vestido da noiva. Se você tem um teto orçamentário, fale abertamente com os noivos sobre sua vontade de presenteá-los com a fotografia e diga o valor máximo que você pode pagar. Não importa qual seja a quantia, ela será muito útil e bem-vinda.
Se você conhece um fotógrafo de cujo trabalho você goste muito ou cujo preço seja bom, você pode indicá-lo para os noivos como uma opção, mas deixe bem claro que a escolha é deles. Sem pressão. Isto inclui a hipótese do tal fotógrafo ser eu.
Quando me procuram para "presentear" alguém, eu sempre passo este conselho e me recuso a fechar um contrato sem a certeza de que fui escolhido pelos noivos. Quando algum amigo vai casar, eu nunca ofereço meu trabalho como presente, exatamente para deixá-lo livre para escolher. Se ele então me procura por sua própria vontade, e eu sinto o desejo de presenteá-lo, nem que seja com um desconto, então eu o faço.
A fotografia é uma lembrança eterna de um momento muito importante, e não pode ser motivo de frustração.
Um grande abraço!
Max
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Qual a marca da sua câmera?
Assim como a maioria dos profissionais, os fotógrafos também utilizam suas ferramentas. Uma infinidade de equipamentos é usada pelo fotógrafo: Câmeras, lentes, filtros, flashes, tripés, bolsas, cartões, ufa!
Para cada um desses itens, há muitas marcas no mercado. Algumas mais tradicionais, outras nem tanto.
Onde o Max está querendo chegar com essa história?
Quero chegar à pergunta que, cada vez mais freqüentemente o fotógrafo tem ouvido dos clientes: "Qual a marca de sua câmera?".
Quando iniciei na fotografia, essa pergunta não existia. A fotografia era muito menos disseminada e a maioria das pessoas mal sabia a marca da própria câmera. Com o advento da fotografia digital, que trouxe consigo a popularização da fotografia, as pessoas ficaram mais ligadas no assunto.
Na fotografia profissional há o fenômeno da fidelização: Quando um fotógrafo profissional escolhe uma marca de câmera, ele está praticamente "se casando" com a marca, pois todos os equipamentos que ele adquirir serão específicos para aquela marca, e ele quer seguir usando esses equipamentos por um tempo muito maior que a vida útil da própria câmera em si.
Trocando em miúdos, uma lente marca X não serve em uma câmera marca Y, que por sua vez não pode usar um flash marca Z.
Dessa forma, as marcas acabaram se tornando "sistemas": Fulano usa o "sistema" Canon, Beltrano usa o sistema "Pentax", etc.
No mercado profissional, duas marcas detêm a grande maioria: Canon e Nikon. Estes nomes se tornaram sinônimos de câmera profissional e 8 em cada 10 fotógrafos profissionais usa uma das duas marcas.
Mas o fato de essas duas marcas serem as mais famosas não quer dizer que as demais tenham qualidade inferior ou não sejam adequadas ao trabalho. Há excelentes profissionais que utilizam equipamentos Pentax, Sony ou Olympus.
Depois de experimentar algumas marcas de equipamentos, optei por trabalhar com a marca Minolta e, quando esta foi adquirida pela Sony, passei a trabalhar com a linha profissional da Sony porque foram mantidos os padrões da Minolta e eu pude seguir usando a mesma linha de equipamentos.
Acontece que, como a Sony é a grande produtora de câmeras amadoras, acaba carregando este estigma.
Várias vezes, quando me fazem a famigerada pergunta tema deste tópico, os clientes "torcem a cara" diante da minha resposta. Algumas vezes a pergunta já é de múltipla escolha: "Sua câmera é Canon ou Nikon?". Como se portar uma câmera de uma dessas marcas fosse um atestado de bom profissional.
Mas o que me levou a escrever este tópico não foi o fato de eu mesmo utilizar uma marca "alternativa", mas a questão: a marca do equipamento realmente importa?
Quando você compra uma tela ou uma escultura, você pergunta qual a marca dos pincéis ou da tinta, ou do formão que o artista utilizou para fazer a obra? Ou quando você compra um móvel, pergunta para o vendedor qual a marca das ferramentas utilizadas pelo marceneiro.
Trazendo para o mundo dos eventos: Quando você escolher o bolo do seu casamento, vai perguntar a marca do forno e da batedeira que foram usados?
A maioria das pessoas responde "não" à maioria destas perguntas, mas uma parte delas insiste em pensar que a marca da câmera faz o fotógrafo. E a maioria dessas pessoas têm pouco conhecimento de fotografia, até porque, quem entende de fotografia de verdade sabe que quem faz a boa foto é o fotógrafo. A câmera é só o pincel.
Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos e precursor do fotojornalismo, utilizava uma câmera de bolso (para que as pessoas não percebessem que ele as fotografava) e suas fotos são reverenciadas pelo mundo das artes.
Tenho um colega que usa câmeras Hasselblad e já viu cliente fazer cara feia depois de respondida a tal pergunta: "Rássel o que?".
O tal cliente, tão conhecedor de fotografia a ponto de se importar com a marca do equipamento, talvez não conhecesse uma das melhores câmeras do mundo, cujo exemplar pode custar vinte mil dólares.
Ter um bom equipamento é imprescindível para o fotógrafo profissional, uma boa câmera torna mais fácil atingir seus objetivos, mas quem capta a emoção, antevê o momento e o coloca dentro do frame, é o fotógrafo. Isto, nenhuma câmera, de nenhuma marca, pode fazer sozinha.
Abraços!
Para cada um desses itens, há muitas marcas no mercado. Algumas mais tradicionais, outras nem tanto.
Onde o Max está querendo chegar com essa história?
Quero chegar à pergunta que, cada vez mais freqüentemente o fotógrafo tem ouvido dos clientes: "Qual a marca de sua câmera?".
Quando iniciei na fotografia, essa pergunta não existia. A fotografia era muito menos disseminada e a maioria das pessoas mal sabia a marca da própria câmera. Com o advento da fotografia digital, que trouxe consigo a popularização da fotografia, as pessoas ficaram mais ligadas no assunto.
Na fotografia profissional há o fenômeno da fidelização: Quando um fotógrafo profissional escolhe uma marca de câmera, ele está praticamente "se casando" com a marca, pois todos os equipamentos que ele adquirir serão específicos para aquela marca, e ele quer seguir usando esses equipamentos por um tempo muito maior que a vida útil da própria câmera em si.
Trocando em miúdos, uma lente marca X não serve em uma câmera marca Y, que por sua vez não pode usar um flash marca Z.
Dessa forma, as marcas acabaram se tornando "sistemas": Fulano usa o "sistema" Canon, Beltrano usa o sistema "Pentax", etc.
No mercado profissional, duas marcas detêm a grande maioria: Canon e Nikon. Estes nomes se tornaram sinônimos de câmera profissional e 8 em cada 10 fotógrafos profissionais usa uma das duas marcas.
Mas o fato de essas duas marcas serem as mais famosas não quer dizer que as demais tenham qualidade inferior ou não sejam adequadas ao trabalho. Há excelentes profissionais que utilizam equipamentos Pentax, Sony ou Olympus.
Depois de experimentar algumas marcas de equipamentos, optei por trabalhar com a marca Minolta e, quando esta foi adquirida pela Sony, passei a trabalhar com a linha profissional da Sony porque foram mantidos os padrões da Minolta e eu pude seguir usando a mesma linha de equipamentos.
Acontece que, como a Sony é a grande produtora de câmeras amadoras, acaba carregando este estigma.
Várias vezes, quando me fazem a famigerada pergunta tema deste tópico, os clientes "torcem a cara" diante da minha resposta. Algumas vezes a pergunta já é de múltipla escolha: "Sua câmera é Canon ou Nikon?". Como se portar uma câmera de uma dessas marcas fosse um atestado de bom profissional.
Mas o que me levou a escrever este tópico não foi o fato de eu mesmo utilizar uma marca "alternativa", mas a questão: a marca do equipamento realmente importa?
Quando você compra uma tela ou uma escultura, você pergunta qual a marca dos pincéis ou da tinta, ou do formão que o artista utilizou para fazer a obra? Ou quando você compra um móvel, pergunta para o vendedor qual a marca das ferramentas utilizadas pelo marceneiro.
Trazendo para o mundo dos eventos: Quando você escolher o bolo do seu casamento, vai perguntar a marca do forno e da batedeira que foram usados?
A maioria das pessoas responde "não" à maioria destas perguntas, mas uma parte delas insiste em pensar que a marca da câmera faz o fotógrafo. E a maioria dessas pessoas têm pouco conhecimento de fotografia, até porque, quem entende de fotografia de verdade sabe que quem faz a boa foto é o fotógrafo. A câmera é só o pincel.
Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos e precursor do fotojornalismo, utilizava uma câmera de bolso (para que as pessoas não percebessem que ele as fotografava) e suas fotos são reverenciadas pelo mundo das artes.
Tenho um colega que usa câmeras Hasselblad e já viu cliente fazer cara feia depois de respondida a tal pergunta: "Rássel o que?".
O tal cliente, tão conhecedor de fotografia a ponto de se importar com a marca do equipamento, talvez não conhecesse uma das melhores câmeras do mundo, cujo exemplar pode custar vinte mil dólares.
Ter um bom equipamento é imprescindível para o fotógrafo profissional, uma boa câmera torna mais fácil atingir seus objetivos, mas quem capta a emoção, antevê o momento e o coloca dentro do frame, é o fotógrafo. Isto, nenhuma câmera, de nenhuma marca, pode fazer sozinha.
Abraços!
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